Banco de horas que se calcula sozinho — e nunca mais te surpreende
Cada marcação alimenta em tempo real o saldo de horas de cada colaborador, com regras do seu acordo coletivo aplicadas automaticamente. Você para de descobrir estouros no dia 30 e passa a ser avisado antes que virem passivo.
O que sua PME vive hoje — e o que muda com o Timefy
Cada linha é uma dor real que ouvimos de dono de PME antes de virar cliente. E a resposta que a Timefy entrega em produção.
Sem Timefy
- Você descobre o estouro do banco só no dia 30, quando não dá mais para reverter.
- Planilha de banco de horas com fórmula que ninguém revisa há meses.
- Fechamento consome 2 a 3 dias de RH todo mês — e ainda sai errado.
- Adicional noturno, DSR e feriado são esquecidos e viram passivo trabalhista.
Com Timefy
- Alerta em tempo real para o gestor quando o colaborador se aproxima do limite.
- Cálculo automático a cada batida, com regras do seu acordo coletivo aplicadas.
- Fechamento em minutos, com espelho de ponto e arquivo para folha prontos.
- Cada regra aplicada automaticamente conforme a CLT e o seu instrumento coletivo.
Simples de usar, difícil de burlar
Cálculo automático em tempo real
Adicional noturno, DSR, horas extras 50%/100% e compensação — calculados a cada batida, sem planilha paralela.
Alertas antes do estouro
Notificação para o gestor quando um colaborador se aproxima do limite do acordo coletivo ou da CLT.
Exportação direta para a folha
Integração com Domínio, Contmatic, Alterdata e outros. Fim do 'copia e cola' manual do fechamento.
"Antes eu gastava 3 dias fechando ponto no Excel. Agora exporto em 5 minutos e vou dormir tranquila."
Pronto para ver funcionando na sua operação?
14 dias grátis, sem cartão de crédito. Crie sua conta e teste a plataforma completa em minutos.
Artigos relacionados
Banco de horas: o erro que 8 em cada 10 PMEs cometem
Uma cláusula mal escrita ou uma planilha atrasada podem transformar o banco de horas em passivo.
Quanto custa um processo trabalhista por falta de controle de ponto?
A conta completa: verbas, honorários, reflexos — e a matemática que ninguém faz.